quinta-feira, 10 de julho de 2008

Chabu

Foi acerto chamar este processo de inovação como novela aqui, a cada novo capítulo há uma surpresa. Hoje a Tribuna da Bahia fez como o Diário Oficial do Estado, divulgou a mudança no padrão das viaturas como algo positivo no intento de integrar as polícias, além de provável melhoria com a implantação do Sistema Único de Telecomunicações. A grande surpresa vem de A Tarde, que em entrevista com o secretário César Nunes assegura que não haverá alteração nos uniformes da PMBA, mantendo-se o já tradicional cáqui, para alívio de uns e desalento de outros. O secretário mostrou-se irônico e contrariado ao saber da informação sobre mudança de uniforme, que foi divulgada pelo próprio jornal; enfim, definitivamente só as viaturas vão mudar o padrão, a idéia foi mesmo estadual, da SSP, que deve apresentar o modelo até terça-feira que vem. Curiosamente, transitarão pelas ruas tanto viaturas cáqui quanto azuis, inicialmente a novidade só alcança os carros recém-chegados, o que provocará curiosa miscelânea na cidade, até que se estabilize o padrão definitivo. E fica uma oportuna lição sobre o problema de obter dados internos por meios externos, ou seja, boa parte do efetivo tomou conhecimento destas mudanças só através da imprensa, o que deu margem a desencontro de informações em virtude de não ter havido formalidade oficial na divulgação.
Clique na entrevista para ler

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Destaque

Tudo o que é policial militar chama mais atenção na imprensa. O recente caso do garoto morto por uma ação equivocada no Rio de Janeiro é exemplo; teve, justificadamente, grande destaque na imprensa, e os PMs pagarão um preço caro pelo erro, sem dúvidas. Menor importância parece ter sido dada às dezenas de mortes na Santa Casa de Belém do Pará, alguém lá praticou um absurdo número de homicídios, foram 54 bebês mortos em junho e mais 9 em julho, até o dia 07. Parece bem mais crítico do que o caso no RJ, mas quem vai pegar pesado contra os médicos e a direção do hospital? Quem se propõe a acusá-los? Está difícil aparecer voluntário, o revanchismo contra os militares prevalece, talvez até inconscientemente.

Viaturas

Um colega me encaminhou mensagem do que deve ser o modelo das viaturas, seguem algumas das imagens.


Novela

A mudança do uniforme para azul ainda vai render, a receptividade não está sendo das melhores entre os PMs, a SENASP já se eximiu da responsabilidade, dizendo que a decisão foi estadual; alguém deve aparecer para justificar a questão em breve. Segue imagem nostálgica da PMBA no passado, e link para reportagem de A Tarde.

Foto: Sora Maia/Terra

Acertos

Tem experiência que dá certo e que dá errado na segurança pública baiana. Foi acerto, por exemplo, a imposição da instalação de câmeras nos ônibus, cuja eficácia foi estatisticamente comprovada na redução dos roubos, falta garantir que todos os veículos coloquem o dispositivo. Correta também foi a lei seca, que já apresenta números incontestáveis na redução de acidentes. Mas há também os erros, como os sempre lembrados contâiners, gasto de mais de 1 milhão e benefício quase zero ao Estado, em evidente desperdício. Também é erro a atual gestão no combate ao tráfico, apesar de alguns bons resultados, o índice de homicídios na capital continua elevado em patamar inadmissível, e a grande maioria das vítimas está relacionada com a questão das drogas. E a cada dia aparece mais uma ação atrevida, ontem tentativa de roubo a carro forte na Avenida Tancredo Neves (1, 2, 3 e 4) teve uso de bombas por parte dos bandidos, além de troca de tiros com os seguranças. Vários homens atacaram e foram repelidos pelos seguranças, dos quais 2 ficaram feridos, isto em pleno horário de pico, início da noite, com o trânsito congestionado.

Vergonha

Unidades como a Companhia de Polícia de Ações em Caatinga - CPAC, quando citadas, quase sempre remetem a feitos gloriosos, dignos de orgulho para a corporação, a exemplo da apreensão de 1500kg de maconha prensada (2500kg segundo A Tarde, não sei em quem acreditar) ontem, recorde dos últimos 5 anos no estado. É assim que a polícia se valoriza, trabalhando, elevando sua moral e poder de embargo em busca de melhorias. Por outro lado, há sempre a parte suja, que deve ser extirpada. É lamentável ver manchetes como a que acusa um PM envolvido em acidente de estar escoltando carga ilegal de cigarros. Sabe-se que a imprensa sempre destaca o policial em qualquer situação que o mesmo se envolva, então não se pode dar margem a este tipo de fato, não há como tapar o sol com a peneira. É depreciativo, e ao mesmo tempo verdadeiro, o conteúdo veiculado em A Tarde ontem, onde um oficial relata a inequívoca existências de policiais corrompidos, que facilitam a ação dos criminosos. Se morre um bom PM, perde-se um homem, porém se há um PM corrompido, além de um a menos no time, é um infiltrado poderoso aliado aos adversários. Esses males parecem infindáveis, apesar disto o combate ao inimigo interno deve ser constante, filtrando os indesejados que integram o seio da tropa.

Lei 11.706

Ao tempo em que foi sancionada a lei seca, Nº 11.705, veio logo adiante a Nº11.706, também de grande interesse dos policiais, porém pouco falada. Alterou a lei Nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003, o Estatuto do Desarmamento, trazendo novos prazos, preços, entre outras mudanças. Recomendável a leitura.

Lei 11.705

Muitos jornais recorreram ao tema da lei seca para preencher espaços vazios, muitas vezes com reportagens repetitivas, enfadonhas, e quase todos com o infundado questionamento sobre quantas doses de determinada bebida impedem o condutor de prosseguir, em uma análise equivocada e incerta por desprezar diversos fatores biológicos. Houve também a onda do bombom de licor, que todo mundo se diz consumidor agora, modismo vil. A verdade é que muita gente, alguns aspirantes a alcoólatras, demonstrou aficção por manter a ingestão de bebidas entre o rol de atividades cotidianas, criticando a lei. A maior parte das opiniões pareceu uma triste tentativa de minar o esforço preventivo das ações que tem sido realizadas, incitando que as autoridades devam esperar o condutor cambalear ou conduzir em zigue-zague para então agir. Primeiro ocorrerá o acidente, o atropelo, para depois se verificar que o condutor estava alcoolizado e só então providenciar puni-lo? Seria muito descaso e imprudência com a coletividade. Se beber não dirija, esse bordão repetitivo acompanha o brasileiro há anos, sendo desprezado e achincalhado; agora quem quiser que assuma o risco, houve muito mais tempo que o necessário para se adaptar.

terça-feira, 8 de julho de 2008

CPMs

A PMBA tem outras representações na blogosfera, mais especificamente levantando a bandeira do CPM - Colégio da Polícia Militar. Descobri um referente à unidade de Juazeiro, não atualizado já há algum tempo, e também o Blog do Diretor, mantido pelo senhor Major PM Carlos Alberto Neves da Silva, que além dos assuntos atinentes ao colégio, trata ainda de outros acontecimentos na corporação, além de temas atuais.

Azul

Depois de correrem boatos diversos, finalmente divulga-se que a PMBA envergará novamente o azul em seus uniformes. Dois breves comentários na segunda página do jornal A Tarde tratam do fato.
Muitos vão ressucitar as razões que fizeram a polícia optar pelo cáqui, sob alegações climáticas, de redução da ostensividade, maior aproximação com a população... Não sei bem como isso se sucedeu à época nem como refletiu na tropa, mas deposito confiança de algo melhore agora, renovando velhos ideais, motivando quem está desenganado. É certo que o clamor por mais efetivo, equipamento, instrução, supera com folga as necessidades em se mudar o uniforme, mas uma vez sendo decidido, que seja aproveitada da melhor maneira esta modificação.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Comparativo

Acrescentando dados ao post anterior, fiz 2 breves gráficos comparando o tempo de formação de um Soldado PM e um Guarda Municipal, partindo das informações divulgadas por A Tarde em relação à GMS e das disponíveis na página do CFAP-PMBA.

É notória a desproporção, ainda que se considerem estágios, férias, feriados, folgas, diferenças de matérias, preparo para futuras funções, entre outras diversidades. Mas dá para suspeitar que em praticamente 10x mais semanas, ou 8x maior carga horária, um soldado saia mais bem formado. Sim, são esferas, competências, atribuições diferentes, resta saber se a população saberá diferenciar, e como reagirão os guardas ao serem convocados para missões tipo polícia.

Atraso

Ah, eu já sabia. O novo adiamento do início da atuação da Guarda Municipal de Salvador para mim não é novidade, primeiro foi prometida para 03 de julho, logo após para o dia 07 (hoje), mas no dia 04 já estava aqui no blog a retransmissão da informação de que só vão às ruas em agosto. Vai entrar para o rol de postagens perpétuas do Blitz Policial, junto com as fugas em delegacia, os roubos a banco e as mortes de PMs. Pensaram em colocar profissionais despreparados em meio turno, e dar-lhes formação do turno oposto; alguém em sã consciência achou melhor primeiro capacitar e só então pôr à prova. É certeza de que as 160 horas de aula prevista são muito pouco diante das responsabilidades na prestação do serviço; apesar de certa incompatibilidade no comparativo, aponto que um aspirante-a-oficial da PMBA tem previsão de 5.936 horas-aula para se formar e, mesmo com grande aproveitamento e total dedicação, ainda sai com algumas carências e necessitando de mais cursos para se especializar no que diz respeito à execução das ações rotineiras no meio urbano, então o que dizer das 4 semanas que serão conferidas aos guardas? Que depois não venha o prefeito queixar-se dos erros de uma tropa manobrada politicamente em prejuízo de sua capacitação, como se vê em outras esferas de outros estados. Lamentavelmente mesmo antes de atuar a GMS torna-se um factóide, enquanto a capital arde em chamas.
Fotos: Fernando Amorim/A Tarde

Fracasso

Depois do sucesso da operação no sábado onde 5 acusados de envolvimento com tráfico morreram em confronto com a PM, no domingo a bandidagem voltou a atacar, demonstrando não ter se intimidado com a ação policial. Aponta-se que 15 homens em 3 veículos chegaram em bar no Garcia e dispararam pistolas de calibres .45, .40, .380 e 9mm contra um grupo que assistia ao jogo Portuguesa x Vitória, atingindo fatalmente um homem e ferindo outros 6, um destes o tenente PM Raimundo Gomes Barroso Neto, da 12ªCIPM/Ondina, que recebeu tiros no rosto, tórax e perna, vindo a ser atendido no Hospital Geral do Estado - HGE. É praticamente um apocalipse, nada parece inibir a ação dos criminosos. O pior é que setores da imprensa e também da sociedade não parecem estar ao lado da polícia nesta labuta, não faltaram depoimentos em defesa dos acusados que tombaram em confronto no sábado, mas quanto ao ato terrorista no domingo, a lei do silêncio imperava entre os moradores, e pouco foi dito em defesa das vítimas do ataque preparado pelos traficantes. Vê-se que a vizinhança prontamente se habilita para se queixar da polícia e fazer acusações diversas, mas quando a violência vem do crime, ninguém reclama, pois sabe da conseqüência fatal do ato. Isto se explica por uma razão exposta pela mãe de um dos que morreram em confronto "Big sempre ajudou todos na comunidade, dando o que precisamos; somos mais ele lá do que a polícia, que todos tem medo". Mulheres são compelidas a dar entrevistas em favor dos criminosos, sob pena de retaliação em caso de recusa, e igualmente proibidas de falar qualquer coisa contra eles ou em favor das autoridades. É lamentável, mas quem vive à margem da lei sempre vai temer a polícia, que não foi feita para distribuir gás, remédio, comida, drogas nem agrados às comunidades, e sim zelar pelo cumprimento da legislação e combater a prática de crimes.

domingo, 6 de julho de 2008

Sucesso

Ontem em mais uma ação ousada, criminosos efetuaram disparos contra guarnição da 39ªCIPM/Boca do Rio que fazia ronda na invasão do Golfo Pérsico, tentando acuar os policiais. Prontamente houve resposta da PM, homens da ROTAMO, RONDESP, Operação Gêmeos e viaturas da área mobilizaram-se e caçaram os bandidos pelos becos e vielas, houve troca de tiros e 5 deles vieram a falecer, como narram os jornais, informando da apreensão de armas de fogo e drogas. Houve parcela da imprensa tentando insinuar desproporcionalidade em virtude de nenhum policial ter sido ferido; ora, são profissionais qualificados, neste caso em sua maioria especializados, que sabem como atuar, ao contrário de rapazes por volta dos seus 18 anos que buscam visibilidade, poder e identidade portando armas de fogo e atuando em favor do tráfico, tanto que instantes após o ocorrido foram criadas por algumas adolescentes cúmplices comunidades no Orkut lamentando com dizeres de que morreram como homens, lutando. Sobrevivem às custas da ideologia criminosa da "Vida loka, estamos nela de passagem", e o fim de linha costuma ser este mesmo. Muitos dos pais não procuram saber por onde e com quem andam, os ambientes que frequentam, as atividades que praticam. É nessa hora que os PMs fazem valer o suor dos treinos, o desgaste nos cursos, os investimentos na formação, para que diante de atentados contra sua vida saibam reagir tecnicamente, fazendo prevalexer a lei.
Clique na imagem para assistir ao vídeo do BATV

sábado, 5 de julho de 2008

Antiguidade

Após breve passagem pelas páginas oficiais de cada PM do país, coletei nas que mais facilmente disponibilizavam os dados referentes ao ano de formatura do atual comandante geral, dispondo abaixo em ordem cronológica:

PM... - 19...

BA - 73
SC - 77
RS - 77
SP - 78
GO - 82
PA - 84
PB - 84
RO - 85
SE - 86
Para SP, o link não segue direto, é preciso buscar na página. O endereço da PMPA estava fora do ar no momento da postagem. Não encontrei os dados das demais corporações durante a pesquisa.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Apoio

Dito e certo, pareceu premonição quando postei aqui anteontem que a SET necessitaria de apoio da PM nas blitze voltadas ao cumprimento da nova lei. Hoje estampa capa de jornal esta manchete, justificada pela vulnerabilidade a que ficam submetidos diversos agentes durante fiscalização, segundo a imprensa em nenhum dos 4 pontos de abordagem a PM se fez presente, sem apresentar as razões para tal. Isto é questão para os altos escalões resolverem, mas tenho certeza de que se o emplastro de divulgação da Guarda Municipal de Salvador fosse realizado antes, longe do período de campanha e quão cedo necessário para o bem da coletividade, os novos agentes estariam colmatando a lacuna, sem deixar desassistido o pessoal do trânsito. Não que a PM não possa colaborar, de modo algum deve haver recusa por motivos vãos, todos compõem um só corpo em favor da aplicação das leis, mas ficaria bem mais fácil a esfera municipal gerenciar esta questão se dispusesse dos tão anunciados homens. A promessa do prefeito era que desde ontem a tropa estivesse atuando nas ruas, e ainda hoje não é vista, sendo expectada para a semana que vem, por falta de treinamento. O real efetivo deve chegar às ruas em agosto, as viaturas, motocicletas e bicicletas ainda não estão todas à disposição, falta licitar. Não defendo oposição nem me envolvo com questões de politicagem, a defesa é ao que tange a segurança pública, tema sério e indevidamente desrespeitado.

Tenente

A imagem do dia ontem era o choro do Tenente Vinicius ao citar a família. Quem assistiu às cenas transmitidas em que foi visto um dos questionamentos feitos pelo juiz sentiu o peso daquele momento, em que o homem só, diante da autoridade, encara a responsabilidade sobre suas atitudes. Um erro cometido por eventual precipitação, pressão, inexperiência ou qualquer outro motivo pode custar a carreira, o futuro, a liberdade, a imagem, o patrimônio, muita coisa de valor que o homem carrrega consigo. Para o EB certamente é um momento de exceção, mas para os PMs aquela é a realidade que alcança diversos colegas dia após dia, dando novos rumos definitivos a suas trajetórias, nem sempre na melhor direção. Este é o desafio do limiar da sobrevivência diante do confronto com as leis, nem sempre as convicções ou intenções iniciais repercutirão em futuro julgamento quanto às atitudes tomadas e suas conseqüências.
Foto: Ernesto Carriço/Terra

Termo

Mais um integrante da PMBA é vítima de homicídio, o soldado Erivan da Silva, 40, foi morto por disparo de arma de fogo dentro de casa, em Sete de Abril. Segundo iBahia, era lotado na 1ª CIPM/Pernambués, estava afastado por dispensa médica, recebeu um tiro na cabeça. Repete-se a ocorrência vitimando policial fora de serviço, e cresce a redução do já escasso efetivo na corporação.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Excesso

Situação questionável é vista em vídeo transmitido pela RecordNews atribuído a uma polícia mexicana , da qual não obtive maiores detalhes. Durante treinamento de tiro com arma de fogo, uma policial recebe pancada no capacete e se desequilibra, como forma de punição a erro que teria cometido. Concordo que instruções de tiro não devem ser "amamãezadas" como se diz por aqui, pressão psicológica é indispensável por se tratar de uma situação limite de stress, nada de vir pacato, preparar, apontar e fogo, sem qualquer coação. Gritos, palavras de ordem e até termos chulos podem ser aceitáveis, desgastar o físico antes é possível com flexão, rastejo, rolamento, mas violar a integridade alheia de modo praticamente aviltante só parece cabível em circunstâncias excepcionais, mediante aceitação do discente, conforme práticas tradicionais típicas de grupamentos ditos especializados.
Clique na imagem para ser encaminhado à página do vídeo

Futebol

Vi no blog da Renata, confirmei no SuperNotícia e pareceu oportuno divulgar o fato onde um capitão é acusado de mandar prender soldado por ele ter se recusado a jogar futebol, tendo sido acusado de desobediência, em virtude da prática de atividade física fazer parte das regras militares; a PMMG não considerou o ato arbitrário, mantendo a prisão em alojamento. Discute-se que o soldado teria alegado não ter habilidade e ainda assim foi imposta a participação, diz-se também que teria revelado problemas médicos para não participar. Em boa parte dessas ocorrências, como quando um militar é preso por não carregar mala de superior, ou por chegar 10 minutos atrasado, o que está em voga geralmente é o modo com que a recusa de obediência é praticada, no tocante aos termos, gestos, atitudes, e não tanto em deixar de fazer algo; apesar disto, no presente caso o relato é de que não houve desrespeito, e sim mera recusa a praticar o esporte específico. Não me parece razoável a exigência, inclusive não participo das partidas de futebol no quartel, tanto por não jogar tão bem quanto pela convicção de que adquire-se mais lesões e inimizades jogando bola do que correndo, praticando flexões, abdominais etc. Esta me pareceria a solução mais devida, já que não se trata de desenvolvimento de habilidade técnica atinente ao serviço, e considerando a importância da manutenção da forma física, poderia até ser cobrado do policial a prática de alguma atividade de educação física que o mantivesse em forma, porém impor obrigação ao futebol é bastante questionável. Na APM-BA, horas vagas ou de treinamento físico já foram muitas vezes utilizadas para jogar futebol, e felizmente nenhum aluno é compelido a participar, podendo optar por várias outras modalidades, contanto que se mantenha em atividade.
Imagem captada do vídeo PM Boa de bola - PMESP

 
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