sábado, 2 de maio de 2009

Extremo

Na cidade de Tiradentes-SP, na madrugada deste sábado, um desentendimento entre guardas civis metropolitanos alcançou níveis extremos, ao ponto de resultar em um deles morto e três outros baleados, tudo isso dentro da base da GCM. Será fácil para a maioria acusar de despreparo, descontrole, incapacidade para portar armas, e tantas outras críticas que realmente têm margem de veracidade em relação ao caso. Mas, o mais importante parece ser o aprendizado, em busca da lição de como evitar que fatos dessa natureza voltem a acontecer, pois há registros semelhantes em outras forças, a exemplo da própria PMBA. Faltam maiores dados sobre o caso, porém há de se convir que geralmente uma desavença tão grave tenha sido precedida de intolerância e antipatia anterior, culminando no indesejado resultado. Por que não tentar manter em um mesmo ambiente aqueles que sabidamente interagem com sincronia, sem forçar relações entre gênios gritantemente destoantes? Geralmente há como fazer isso sem prejuízo algum ao serviço, contudo às vezes esbarra na má vontade de quem alega o fraco argumento do profissionalismo total, como se pessoas fossem máquinas, sem emoções, e agissem igualmente em quaisquer condições. É um teste perigoso expor aos elevados níveis de stress a que são submetidos os agentes de segurança que portam armas em meio a um ambiente pesado e de inimizade. Possivelmente, melhor produtividade e maior tranquilidade se teria ao formar equipes que se integrem como um corpo, o que não demanda custos nem esforços tão significativos assim.

5 comentários:

Dafnis dos Santos disse...

Não sei o que o comentar, tentei, mais não consigo! =(

Anônimo disse...

Discordo. Picuinhas pessoais devem ser tratadas fora do serviço. Ambiente de trabalho não é lugar para panelinhas, onde só amiguinhos devam trabalhar juntos. Ninguém tem a obrigação de se gostar e sim, de se respeitar. A relação é profissional.

Victor disse...

É natural que haja discordância, mas ainda vejo com dificuldade a possibilidade de fluir bem a convivência profissional entre um casal recém-divorciado em processo litigioso, por exemplo, ou entre colegas que disputam na justiça o rateio de um prêmio da loteria, ou quem tenha diferenças de longa data por questões familiares, entre outras situações.

Breno disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Breno disse...
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