terça-feira, 9 de setembro de 2008

Chamada

Parece que a entrada de "temporários" na PMBA vai mesmo sair do papel, trazendo civis para cumprir determinadas funções administrativas em que seja oportuno e conveniente, e liberando assim policiais militares para a atividade fim, o policiamento ostensivo nas ruas. Segundo A Tarde, devem ser selecionados mil candidatos reservistas das Forças Armadas, que já cumpriram serviço militar obrigatório, critério até então não muito divulgado, que deve facilitar a adaptação dos novatos ao ambiente, sem maiores dificuldades. É uma notícia boa, espera-se que seja prestado um bom serviço pelos temporários, e o reforço valioso dos militares chegue às unidades operacionais; melhor ainda se for possível um trabalho de recapacitação voltado para a atividade prática quando essas medidas começarem a ser aplicadas efetivaamente. Em poucos dias o processo seletivo deve ser iniciado, visando colocar os aprovados em atividade já no próximo ano. O sucesso da idéia é expectativa de todos, para melhor prestação do serviço da corporação.

10 comentários:

Stephanie Sarmiento disse...

Olá,

Estou entrando em contato novamente para tratar da Parceria Comercial mencionada via e-mail em 03/09/08.
Continuamos interessados no site.

Aguardo um retorno para iniciarmos a negociação.

Grata e à disposição,
Stephanie Sarmiento
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smarques@hotwords.com.br
www.hotwords.com.br
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Phone: 11 3178 2514

al of pm muniz disse...

isso é muito bom, espero que não
demore, pois existem muitos policiais
que não estão na função primordial da
profissão por falta de profissionais no
serviço administrativo.

João Seibert disse...

Boa notícia em relação a segurança publica do estado.

Parabéns meu velho leio sempre seu blog pois tenho o sonho de entrar nessa instituição de tantas honrras quanto a policia militar, e as suas postagem tratam sobre o dia dia de um policial.

Cathalá disse...

Você já conhece minha opinião sobre o tema, mas vou externa-la aqui novamente:

PM não é cabide de emprego, especialmente para quem não foi suficientemente qualificado para engajar nas FFAA. A PMBA vai receber o que há de pior em termos de força de trabalho e cada um dos novos "administrativos" vai ocupar um PM de carreira para ensinar-lhe o trabalho. Quando, finalmente, tiver aprendido algo, se isso realmente vier a ocorrer, seu tempo de serviço terá acabado e ele será substituído por outro cabide de emprego.

A solução para o problema da falta de efetivo das PPMM passa, necessariamente, pela profissionalização do pessoal que trabalha interno, com carreira, concursos, qualificação, etc, como existe na Polícia Federal, que tem um quadro, concursado, de administrativos, os quais cuidam da parte burocrática, liberando os policiais para a atividade fim.

Há quem diga que o que é bom para os EUA é bom para o Brasil. A PM faz pior que isso: mesmo não servido para o EB, serve para a PM.

Solução barata, pois paga-se mal, não gera vínculo empregatício, aposentadoria, direitos trabalhistas, etc, mas que sai caro à eficiência do serviço, à moralização da polícia e à valorização institucional.

Victor disse...

Agradeço pelos comentários, principalmente o do Cathalá, o qual considero bastante em virtude de sua experiência. Não conheço relatos da passagem de temporários na PMBA recentemente, ainda creio que possa ter sucesso a medida, mesmo diante da série de prováveis dificuldades reais a serem enfrentadas como bem exposto no seu comentário. Concordo que deveria haver um quadro complementar com profissionais de carreira especializados em funções administrativas, mas o tempo urge, hoje quaisquer 50 ou 100 PMs liberados para unidades operacionais já fazem substancial diferença, então façamos o teste com este paliativo para registrar o benefício ou não da medida.

Anônimo disse...

Sou contra a criação de quadros administrativos na PM, pois a atividade meio, se fosse realizada com seriedade, consumiria uma quantidade tão infima de policiais que acho que um quadro incharia a administração.Sou contra PMs trabalhando como telefonista, digitador de oficio, etc, como temos nos quarteis. Na APM e no EFAP, policiais servem até para pagar livros em biblioteca, coisa que qualquer estagiario de escola publica faria por um salario mínimo.
O famigerado BAPOP caminha para o seu fim..vai ter gente se matando...
Os macetoso

Anônimo disse...

Meus amigos,sabemos que a relidade não é essa.Não é tão simples como parece.Temos policiais que estão abtuados ao trabalho administrativo,e nunca serão operacionais o suficiente para desempenhar um bom trabalho nas ruas.Resolve o problema do comando em numeros de efetivo,mais em qualidade,não muda muita coisa.Vão colocar esses policiais nas ruas e eles vão ficar no "massete".Eles renderião mais em outro setor.Sem contar que a maioria das funções administrativas são exercidas por mulher.Não que sejam boas o suficiente para o serviço,mas se está difício encontrar policias operacionais do sexo masculino,imaginem mulher,que são mais frágeis.Eu quero dizer,que não é suficiente pra resouver o prblema de pessoal na corporação.A solução é concurso público para aumentar o efetivo.Recentemente foi feito um concurso público.Para Salvador foram quase 12 mil aprovados,só foram convocados 2200,que desses ficaram menos de mil.Comvocar esse pessoal.O governo economiza nas prioridades e esbanja nas futilidades.

Anônimo disse...

Ao amigo acima:

A atividade fim da Policia Militar é o policiamento ostensivo. O individuo , ao ingressar voluntariamente na PM , deveria saber disso. Se existem policiais ineptos para o serviço de rua, a lei do PAD na PMBA afirma que deficiencia funcional é motivo para PAD, e por conseguinte, para demissão.
O que não pode é muitos policiais de verdade perderem noite, fim de semana, natal, feriado e etc para dividir o salario com macetosos.Sim é dividir mesmo, pois o bolo (orçamento estadual) é um só, e parasitas e trabalhadores ganham igualmente.
Se mulher não presta para o serviço policial (como você afirmou),cabe ao não contrata-las.

Victor disse...

O último anônimo tem boa dose de razão, é preciso desestimular a permanência e o ingresso de pessoas que assumidamente não têm qualquer aptidão para o serviço policial militar, a atividade prática nas ruas. Ao fazer o concurso, a disposição é para assumir essa função, devendo as demais serem encaradas como excessão.

Anônimo disse...

Realidade...

Por isso cada vez mais estão diminuindo o número de vagas para mulheres em concursos.Pega elas e bota prá fazer o serviço administrativo.A quem possa pensar que sou maxista ou preconceituoso,mas quem conhece o trabalho nas ruas,sabe que poucas se adequam.O trabalho da polícia é prá ser ostensivo,mais na prática,o que não falta é macetoso.E o problema é saber quem vai fiscalizar quem tá fazendo um bom trabalho operacional nas ruas como manda a função,e aplicar as medidas cabiveis,segundo a lei pad,como disse.Estamos ná Bahia!Na teoria tudo é lindo...Vamos deixar a ingenuidade de lado e vamos viver a realidade,que não é nada bôa.

 
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