A postagem de hoje deriva da aguçada percepção de um experiente colega, avaliando a manchete de capa em A Tarde, que anuncia: "Engenheiro da Ford é morto a tiros". No interior do jornal, muda para "Desconhecidos matam engenheiro da For
d". Ora, os indícios e testemunhos são suficientemente satisfatórios para a imprensa atribuir a autoria do crime a ciganos, inclusive consta expressamente no teor da matéria - por que faltou coragem ao editor em assim escrever? Por que quando o fato envolve a menor suspeita sobre policiais, eles são abertamente acusados e previamente condenados? Não há dúvidas, caso o fato envolvesse um PM, ou até um ex-PM, esse seria o o foco principal da matéria, que diria ter um policial matado o engenheiro, invertendo o sujeito da oração. Aliás, o hábito por aqui tem sido, mesmo quando um marginal resiste, troca tiros, é socorrido e morre posteriormente, acusar os policiais de assassinos, executores, exterminadores, matadores, homicidas, ainda que sua atuação seja respaldada na legalidade. Segundo quem falou comigo, isso é resquício de um passado de perseguição revanchista, com destaque à época de Hélio Bicudo e o Esquadrão da Morte, culminando no panorama atual. Hoje é flagrante essa discriminação sofrida pela polícia, e a evidente cautela e receio do jornal ao tratar de assunto relativo aos ciganos. É prudência ética ou falta de coragem? Por que contra policiais se acusa sem critério ou cautela?
d". Ora, os indícios e testemunhos são suficientemente satisfatórios para a imprensa atribuir a autoria do crime a ciganos, inclusive consta expressamente no teor da matéria - por que faltou coragem ao editor em assim escrever? Por que quando o fato envolve a menor suspeita sobre policiais, eles são abertamente acusados e previamente condenados? Não há dúvidas, caso o fato envolvesse um PM, ou até um ex-PM, esse seria o o foco principal da matéria, que diria ter um policial matado o engenheiro, invertendo o sujeito da oração. Aliás, o hábito por aqui tem sido, mesmo quando um marginal resiste, troca tiros, é socorrido e morre posteriormente, acusar os policiais de assassinos, executores, exterminadores, matadores, homicidas, ainda que sua atuação seja respaldada na legalidade. Segundo quem falou comigo, isso é resquício de um passado de perseguição revanchista, com destaque à época de Hélio Bicudo e o Esquadrão da Morte, culminando no panorama atual. Hoje é flagrante essa discriminação sofrida pela polícia, e a evidente cautela e receio do jornal ao tratar de assunto relativo aos ciganos. É prudência ética ou falta de coragem? Por que contra policiais se acusa sem critério ou cautela?





















