segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Grave

Erros cometidos pela polícia podem ser fatais, a justiça costuma ser implacável no rigor da apuração. E quando são as autoridades judiciárias quem erram de modo grotesco, quem paga? Há algum tempo foi postada aqui a revelação de que a prisão de 3 policiais militares teve provas de que pode ter sido um grande engano, dada a força do álibi apresentado, bastante consistente. O caso volta a se repetir, o Soldado PM Lucas dos Santos Souza, foi absolvido por falta de provas hoje, a reviravolta prometida pela defesa no julgamento restou provada, isentando de culpa o acusado. Mas o cerne da história consiste em divulgar que o policial estava preso, recolhido no BPChq desde maio de 2006, mais de 2 anos de injustiça, pelo que se deduz do desdobramento atual. E agora, José? Alguém vai devolver este precioso tempo de vida em que o profissional esteve afastado da família, dos amigos, do trabalho, sem poder viver em sua plenitude? Como será reparado o imensurável dano à sua reputação, sua honra, todos os valores que dignificam o homem? As provas foram cabais, sobram evidências de que o PM não estava envolvido nos fatos... Mas quem se importa com tudo isso? Pesará a consciência do responsável pela aparente arbitrariedade?

Um comentário:

Edu disse...

É assim mesmo. Somos os bodes expiatórios, já pensou se o colega fosse inocente, mas o seu álibi nao convencesse o juiz?
essa é a nossa "in"justiça Brasileira.

 
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