domingo, 3 de agosto de 2008

Subversão

Certas manifestações induzem a crer que crescem os sectários da subversão, sob o lema "Hay gobierno, soy contra". Diz-se que o governador teria sondado a aprovação do nome do Cel PM Mascarenhas em meio à tropa antes de nomeá-lo, infere-se por analogia observando um dos "termômetros" com alguma margem de confiabilidade, como pode ser o Orkut, no qual a aceitação inicial tem sido bastante positiva quanto ao nome do novo comandante, presumindo-se a legitimidade dos que expuseram opinião. Mas a corrente "do contra" aparece, a começar por Hamilton Borges, um militante do movimento negro que condenou a escolha. O último comandante era negro, assim como o novo que o substitui, mas nem isso parece agradar o representante do movimento, algo de complicada interpretação. Também achou ruim Marcos Prisco, representante de associação policial, o qual imagino que não gostava do anterior, já tem queixas sobre o atual e vai continuar reclamando de todos que vierem. Dão as caras para condenar, mas não ousam apontar um nome como alternativa que os agradaria; é por essas e outras que certas opiniões acabam sendo desprezadas. Descontentamento é aceitável, consenso pleno é inatingível, e ficar confortavelmente atirando pedras sem edificar algo é repugnante.

8 comentários:

Anônimo disse...

Pelo q sei existe vários processos contra o novo Cmt Geral no MP - talvez por isso esse nome incomode tanto aos PM - e engana-se quem acha q JW vai acatar opinião da tropa.

Anônimo disse...

Processo? poicial de verdade responde mesmo. Se não for por roubo, extorsão, tráfico e congêneres, sem problema.
Esse negocio de "militancia negra", a qual prega luta de raças, é coisa paraoportunista que quer levar algum. Para muitos, ser negro é profissão, e bem rentavel.

Anônimo disse...

Pior é um paisano chamado Prisco, do qual eu nunca tinha ouvido falar, dar entrevistas em nome da classe. Prisco de representa? a mim não.

Anônimo disse...

Pior é um paisano chamado Prisco, do qual eu nunca tinha ouvido falar, dar entrevistas em nome da classe. Prisco te representa? a mim não.

Victor disse...

Prisco era soldado, foi demitido na greve de 2001, agora é candidato a vereador pelo PSOL.

Anônimo disse...

O QUE A POLÍCIA MILITAR MENOS PRECISA É DE UM COMANDADE POLÍTICO.A CRIMINALIDADE ESTÁ MUITO ALTA,PRA UM COMANDANTE FICAR FAZENDO "MERCHAN" DE SUA IMAGEM.OPERASIONALIDADE É A PALAVRA DE ORDEM...E PELO QUE PUDE PERCEBER,ESSE NOVO COMANDANTE É ALTAMENTE CAPACITADO PARA ASSUMIR,EM UM MOMENTO CRÍTICO COMO ESSE QUE O ESTADO VEM PASSANDO.É PRECISO ACABAR COM O FALSO MORALISMO.SE NÃO QUER AJUDAR NÃO ATRAPALHE...

Arsandrius disse...

Realmente muitos qie criticam não conseguem arranjar sequer uma fundamentação que torne razoáveis suas críticas, nem em relação ao CMT passado, muito menos em relação ao novo CMT, haja vista não termos visto ainda as posturas que ele adotará no comando.
Realmente, qnd um indivíduo adota uma conduta repreensível às escondidas, mas quer aparecer como uma solução para problemas coletivos, é comum que ele "atire para todos os lados", haja vista não saber de onde pode vir o primeiro tiro em direção a ele, pois sempre tem medo de que de onde menos espera possa vir o maior golpe.

Anônimo disse...

Soldado demitido = paisano. Ele não fala por mim.

 
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