domingo, 22 de fevereiro de 2009

Sábado

Prisões "atípicas" costumam chamar a atenção do folião, cenas de pessoas brancas, loiras, olhos azuis/verdes, sendo conduzidas algemadas em meio à festa parecem algo anormal para muitos, porém nada mais é do que a imagem do cumprimento do dever com isonomia e imparcialidade, sem distinção de credo, cor, gênero e posição social. Nesse aspecto, algumas tropas são exemplares ao se propor a tratar todos conforme seja condizente.
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Mais do que horários ou locais, o que mais provoca brigas no carnaval são determinadas bandas, e mais ainda certas músicas especificamente. Óbvio que uma série de fatores interfere, como a quantidade de álcool ou outras drogas no organismo, o reduzido espaço para tantas pessoas, a má educação pregressa de alguns etc, mas o fato é que, a depender da atração e da canção, o patrulhamento torna-se tranquilo e seguro, contudo a batida inicial de certas músicas já soam como alerta para o policiamento, dando certeza da ocorrência de brigas. Um dos "referenciais" nesse sentido é a banda Fantasmão, cujas músicas incitam escandalosamente a violência nos seus versos, o que é treinado em ensaios e shows durante o ano inteiro, para que no Carnaval seus admiradores pratiquem lutas em meio às ruas. Como era de se esperar, toda culpa recai sobre a polícia pelo registro desses fatos, mas bastava limitar "levemente" o conteúdo de algumas letras que a violência tenderia a reduzir significativamente, pode acreditar.

Um comentário:

Na Moita disse...

Foi importante ressaltar o fato de pessoas de boa aparencia e/ou condições financeiras fazerem parte de uma estatistica de pessoas isentas de práticas delinquentes, fato que apesar da Bahia ser de quase sua totalidade da raça negra, pois eles se escondem por tráz da pele de ovelha (animal). cabe a nós profissionais da seguraça pública ficarmos mais atentos às pessoas que costumam passar desapercebidas pela nossa observância.

 
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