sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Matar

Por via de regra, em seu cotidiano a polícia não mata ninguém, é preferível dizer que criminosos morrem em confronto. Analisando superficialmente, o verbo matar denota o ânimo intencional premeditado de retirar a vida de alguém, tornando indesejável qualquer resultado que não seja este. Logo, quem deseja matar não se propõe a prestar socorro, como fazem os policiais, ainda que naturalmente a contragosto em alguns casos, mas cumprindo o dever legal. Quem deseja matar, despreza o fato da outra parte reagir, oferecer resistência, dispor de armamento ou qualquer fator do tipo; quer somente, a qualquer custo, eliminar a vida. Mortes ocorrem nos confrontos policiais, em geral pela injusta agressão bélica perpetrada pelos marginais, cujo meio mais eficiente de fazer cessá-la é o disparo de comprometimento efetuado pelos policiais na quantidade necessária para interromper a ação. Houvesse outro meio imediato de incapacitar o oponente sem ameaçar sua sobrevivência, aí sim poderia se configurar de imediato a vontade de assassinar a pessoa, mas atualmente a rotina não traz outra alternativa viável além do disparo de arma de fogo. É realmente para refletir, quem atira na cabeça de um mendigo dormindo, por exemplo, visivelmente deseja obter o resultado morte, mas quem repele a violência dos tiros recebidos à altura, até que cesse a investida, possivelmente visa provocar uma lesão meramente suficiente para incapacitar a outra parte, sem obrigatoriamente desejar a consequência morte. Lógico que nem sempre as intenções de fato são essas, mas isso não dá direito a acusar inescrupulosamente policiais de extermínio quando podem ter feito somente o estritamente necessário para resguardar sua vida ou a de outrem.

5 comentários:

Anônimo disse...

Muito boa a postagem.. reflete a realidade encontrada pela policia diuturnamente no combate ao crime, em que se depara constantemente com meliantes armados que quando tombam pela ação geralmente eficaz e legal da polícia tem seu papel invertido de bandido à vítima pela mídia. Excelente postagem Victor.

Na Moita disse...

Pena que um troglodita com o pseudônimo de Varela não seja inteligente o suficiente para entender a mensagem acima citada.
Policiais são aversos a imprensa marron.

Anônimo disse...

Varela é um canceroso vendido, que antes caçoava dos evangelicos e hoje puxa saco dos bispos dessa seríssima instituição chamada Igreja Universal.
Principalmente depois de Uziel, ninguem mais dá credibilidade a ele quando agride gratuitamente a PM.
Tomara que o cancer dele volte e o leve para as profundezas, de onde nunca deveria ter saído.
PS: até hoje não sei como o inimigo n° 1 declarado da PMBA ganha título de "amigo da PM".

Na Moita disse...

lembrando bem, quando um certo bispo chutou uma imagem de uma determinada( santa ) em rede nacional, o troglodita Varela fiel católico e candoblecista ( respeito todas as religões ), condenou a Igreja universal e hoje em dia bem remunerado pela mesma, continua puxando o saco dos mesmos.
Caro anônimo perceba bem que quando o troglodita acima citado ataca a PM é somente os praças. Tendo em vista isso ja sabemos que o título de AMIGO DA PM , nao vem da classe ( PRAÇAS )...
Um Abraço.

Anônimo disse...

Pode ter certeza de que também não vem de oficiais...um bajulador da cupula não representa os anseios dos oficiais.
Lembro também que ele babava Pedro Irujo , ex-dono da Tv Itapuã. Depois que o espanhol deu um pé na bunda dele, ele hoje riduculariza o ex-patrão, imitando o sotaque.

 
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